terça-feira, 16 de agosto de 2011

Série Mortal - J.D. Robb - Escolha de Roarke

Eita, esse cara é o que há! Lindo, másculo, cavalheiro, apaixonado, misterioso. Veja o que se fala sobre ele:

Para Eve:

Bem, vou dizer o que a Eve Dallas descobriu sobre ele ao pesquisar os arquivos da polícia (NUDEZ MORTAL):

"Roarke, sem sobrenome conhecido. Nascido em seis de outubro de 2023, em Dublin, na Irlanda. Identidade número 33492, de abril de 2050. Pais desconhecidos. Estado civil, solteiro. Presidente e principal executivo das Indústrias Roarke, fundadas em 2042. Principais filiais: NY, Chicago, Nova Los Angeles, Dublin, Londres, Bonn, Paris, Frankfurt, Tóquio, Milão, Sydney. Agências fora do planeta na Estação Espacial 45, Colônia Bridgestone, Vegas II e Free Star One. Interesse em imóveis, importação e exportação, transporte de encomendas, indústria de diversão, fábricas, indústria farmacêutica, transportes. Estimativa de faturamento: Três bilhões e oitocentos milhões de dólares. Grau de instrução: Desconhecido. Registros criminais: Sem registros."
Então Eve pede a descrição e o visual na tela...
"Roarke. Cabelo preto, olhos azuis, um metro e oitenta e oito de altura, setenta e oito quilos"

# momento para você pegar o babador, lenço, guardanapo, toalha de papel, toalha da cozinha, aquele edredon de casal imenso... ou simplesmente colocar a caixa d'água de 1000l embaixo do queixo para evitar uma inundação... Tá mais calma? Vou continuar... Respire fundo e me siga!!! #

Vamos aos candidatos, meu PREFERIDO:

 Alex O'Loughlin











Affeeee....


O meu 2º preferido, Gerard Butler:










Dá um calor!!

Outros candidatos, eleitos pelo público e que gostei também:

.David Gandy. O cara tem os olhos e as maçãs do rosto que imaginei pra Rourke, falta o cabelo mais comprido.

É colega.. prefiro nao comentar....

.Ian Somerhalder. Bonito, olhos perfeitos, mais acho meio bebê pra ser o Roarke:



Fofo, não é??

.Hugh Jackman. Amoo de paixão, como Wolverine. Daria um belo rourke, se os olhos fossem azuis como os dele.



O bicho é bonito!!

. Tom Cruise . Deliciaaaaa


.Matt Bomer. Lindo também apesar de eu achar simpático demais pra ser o Roarke, ele é mais... Durão... 


.

Meu 3º PREFERIDO é
.Giulio Berruti. O cara é italiano, desconhecido aqui no Brasil, mas é LINDOOOO de morrer, daria um belo Rourke...


















Olha a boca de poeta aí!

Vocês podem me ajudar a escolher... que tal???


Se nao, apenas babee...

P.S.: Agradecer e citar
http://livroaguacomacucar.blogspot.com/2006/01/cap-118-coisas-que-voc-precisa-saber.html





Série Mortal - J.D. Robb - Escolha de Eve Dallas

Vou aproveitar que estou falando da série e colocar aqui alguns candidatos que acho plausíveis pra Eve e Roarke. Para Eve, cabelos castanhos, olhos cor de wisk, boca generosa, olhos expressivos, e a covinha no queixo (que só é uma vestigem na minha candidata). Os cabelos eram desarrumados, até encontrar Trina, amiga de Mavis. Ela ficou assim:



O que Roarke pensa sobre Eve:

"Roarke ofereceu a si mesmo o prazer de observá-la enquanto o carro deslizava suavemente sobre a estrada.
Estranho, pensou, ele não imaginava que ela fosse uma policial. Seus instintos eram geralmente muito apurados quando se tratava dessas coisas. (...) Então sentiu algo, alguma coisa que envolveu os seus músculos, e lhe apertou a barriga. Sentira o olhar dela, tão físico como se fosse um golpe. Ao virar os olhos e vê-la, sentiu outro golpe. Um golpe duplo em câmera lenta do qual ele não conseguira se esquivar.
Era fascinante.
Mas o sinal de alarme não disparou. Pelo menos, não o sinal de alarme que teria indicado tira. O que ele viu foi uma morena alta, de porte esbelto, com cabelos curtos em desalinho, olhos da cor de favos de mel e uma boca moldada para o sexo.
Se ela não o tivesse procurado, ele estava com a intenção de procurá-la."


P.S.: Agradecer e citar
http://livroaguacomacucar.blogspot.com/2006/01/cap-118-coisas-que-voc-precisa-saber.html

Série Mortal - J.D. Robb

=)
Sabem que A DO RO ler... gosto mesmo, e leio QUASE de tudo. Tenho acompanhado uma série policial - suspense, da Nora Roberts, escrevendo como J.D. Robb. A série é intensa e você sempre quer ler o próximo livro.
A Série Mortal, que tem como personagem principal a tenente Eve Dallas e que se passa em uma NY futurista, em 2058. Recheado de suspense e romance, além do misterioso, multimilionário e belíssimo Roarke, que suspeito de um assassinato no primeiro romance da série – Nudez Mortal- acaba por tornar-se marido da tenente Eve.
Temos nesta série, ingredientes que a fazem tão famosa e de excelente qualidade, como a perfeita construção dos personagens, que faz o leitor ficar ávido por procurar mais e mais pistas nas páginas seguintes para tentar desvendar os crimes.
Além da personagem principal, todos os personagens coadjuvantes, tem personalidades complexas e ricas, que intrigam e ajudam a revelar aos poucos a trama das histórias.
A cada livro publicado, mais um pedaço do passado de Eve é revelado. Passado esse, misterioso, e devido aos traumas , ela não se lembra de muita coisa. A cada livro, um pedacinho a mais se revela.
Eve e Roarke formam um casal misterioso, que combinam entre si. Eram crianças perdidas e solitárias, com traumas complexos. Depois do casório aprendem a se conhecer melhor, cada um completando o outro e formando assim uma unidade. Pela descrição física deles, há várias formas de vê-los. Eu tenho a Eve quase que bem definida em minha mente, o Roarke tambem, mas ainda nao encontrei a sua aparencia real.

Só para relembrar os livros da série são:

1. Naked in Death (1995)
2. Glory in Death (1995)
3. Rapture in Death (1996)
4. Immortal in Death 1996)
5. Vengeance in Death (1997)
6. Ceremony in Death (1997)
7. Holiday in Death (1998)
8. “Midnight in Death” (1998)
9. Conspiracy in Death (1999)
10. Loyalty in Death (1999)
11. Witness in Death (2000)
12. Judgment in Death (2000)
13. Betrayal in Death (2001)
14. Seduction in Death (2001)
15. “Interlude in Death” (2001)
16. Reunion in Death (2002)
17. Purity in Death (2002)
18. Portrait in Death (2003)
19. Imitation in Death (2003)
20. Remember When (2003)
21. Divided in Death (2004)
22. Visions in Death (2004)
23. Survivor in Death (2005)
24. Origin in Death (2005)
25. Memory In Death (2006)
26. Born In Death (2006)
27. “Haunted in Death” (2006)
28. Innocent in Death (2007)
29. Creation in Death (2007)
30. “Eternity in Death” (2007)
31. Strangers in Death (2008)
32. Salvation in Death (2008)
33. “Ritual in Death” (2008)
34. Promises in Death (2009)
35. Kindred in Death (2009)
36. “Missing in Death” (2009)
37. Fantasy in Death (2010)
38. Indulgence in Death (2010)
39. “Possession in Death” (2010)
40. Treachery in Death (2011)
41. New York to Dallas (2011)
42. “Chaos in Death” (2011)

Acima , todos os livros , incluindo os contos ( noveletas) que são publicados entre os livros e em antologias com outras autoras.

Aqui no Brasil, foram publicados os seguintes:

  1. Nudez Mortal (Naked in Death)
  2. Glória Mortal (Glory in Death)
  3. Eternidade Mortal (Immortal in Death)
  4. Êxtase Mortal (Rapture in Death)
  5. Cerimônia Mortal (Ceremony in Death)
  6. Vingança Mortal (Vengeance in Death)
  7. Natal Mortal (Holiday in Death)
  8. Conspiração Mortal (Conspiracy in Death)
  9. Lealdade Mortal (Loyalty in Death)
  10. Testemunha Mortal (Witness in Death)
  11. Julgamento Mortal (Judgment in Death)
  12. Traição Mortal (Betrayal in Death)
  13. Sedução Mortal (Seduction in Death)
  14. Reencontro Mortal (Reunion in Death)
  15. Pureza Mortal ( Purity in Death)
  16. Retrato Mortal ( Portrait in Death)
  17. Imitação Mortal ( Imitation in Death) – set 2011

Segundo a Bertrand, esse ano ainda teremos Retrato Mortal publicado.
E, sobre os contos, pelo menos no momento não tem previsão de lançamento.

Alguns links pra saber mais e ou baixar os livros:
http://noraroberts.com.br/
http://bibmargarida.blogspot.com/2008/07/nora-roberts-srie-mortal.html
http://estantedolivro.blogspot.com/2010/04/serie-mortal-jd-robb-nora-roberts.html
http://ebooksgratis.com.br/tag/serie-mortal/

O melhor site pra baixar qq livro! ELES são DEMAIS


http://www.portaldetonando.com.br/


domingo, 14 de agosto de 2011

Dia dos Pais

Os ventos que as vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar... Por isso não devemos chorar, pelo que nos foi tirado e sim, aprender a amar o que nos foi dado. Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre... [Bob Marley]


 

Sou uma PÃE, uma mistura, por vezes ingrata de pai e mãe. meu pai, está junto ao Pai de todos, o pai de meus filhos está com seus outros filhos. Sou a figura paterna e materna ao mesmo tempo... Como é difícil! Como é complicado ter esses presentes que a vida dá e não saber o que fazer com eles na maioria do tempo.
Peço saúde, paciencia,  sabedoria e dimdim pra manter meu papel por mais uns longos anos.


Feliz dia dos PÃES.


Os danadinhos sabem enrolar direitinhoooo

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Por que Pensar na Morte?



Não quero ser na sua vida o início de um fim nem o fim de um começo, quero ser o início de um começo sem fim. [I do know who say]

Aqui estou usando o Parpite de José André da Costa [1]

Nascer, morrer e desenvolver é o ritmo bio-fisiológico dos seres vivos que demarcam sua existência no mundo. Morrer não é necessariamente um destino, porém viver é um dom. Assim, a morte não é uma saqueadora da existência nem a vida é uma provisoriedade da morte. Estar na vida é ter a morte como ausência-presente, e morrer pode ser uma sábia conclusão da vida. A vida carrega a morte potencialmente, mas da morte brota a vida atualmente. O desabrochar da vida é resultado de sínteses de muitas mortes, porque é morrendo que se garante a vida permanente. A semente lançada ao chão, que não morre, não desabrocha em flor e fruto. Flor e fruto são as vitórias da vida vencendo a morte.  A verdade da árvore não está contida nela mesma, mas na semente como dom da árvore. Se a árvore não estivesse contida na semente, como potencialidade não seria possível sua atualidade de árvore. Essa é uma verdade genuína que vale para todo ser vivo. Morrer e viver é uma dialética da nossa existência. Ou no dizer de Júlio Cabrera: “o nascimento é o engano de pensar que a vida será possível com aquele que nasce, e o homicídio é o engano de pensar que a vida será possível sem aquele que morre.” Por que nós, seres humanos, fugimos ou vivemos escamoteando  esta verdade? Por que o medo da morte? Será a morte um acontecimento fatal e radical? A morte tem sentido ou é um absurdo da existência? O empenho de uma vida substantiva significa encontrar as razões para o viver que é, na verdade, dar sentido ao morrer.

 Pensar na morte e pensar a morte não significa, muitas vezes, viver a vida. A morte e a vida se implicam existencialmente. O imperativo ético da morte significa “exercitar” o morrer como um salto de qualidade de vida. Morrer não será o fim, mas será o começo de uma vida nova. Da morte da semente surge o broto novo que se desenvolve como a vida da morte. Nosso maior dilema é ter consciência de saber que viver dói, que morrer dói e que aprender dói. A morte pode ser um paradoxo, mas o morrer é um aprendizado. Para que se cresça é preciso que se morra, mas é vivendo que se encontra o sentido da morte. O sentido da morte não está ao alcance de nossas mãos, mas no horizonte da esperança. Morrer não é desesperançar, mas é esperançar. Encarando a morte nos olhos, encontraremos o sentido dela para subsumi-la na vida. A dor do morrer não significa a morte nem a dor da vida significa a morte. O morrer e o viver não são o perecer radical, mas pode ser o vir-a-ser de uma vitalidade nova. O medo da morte se vence encorajando a vida.

 A morte não é um fato extrínseco à existência do seres humanos, como também de qualquer ser vivo, mas é algo intrínseco à vida. Assim, o sentido da vida está em viver a cada instante como um passo-para-morte, fazendo da existência uma autêntica apropriação de vida. Vive-se morrendo e morrendo é que se vive autenticamente. Fingir a morte ou querer antecipá-la, é uma atitude não justificável do ponto de vista ético-moral. A vida é um valor absoluto, não cabendo a escolha de querer relativizá-la por uma escolha caprichosa ou de medo existencial. A consciência do  morrer nos põe em atividade constante. Ser criativo é fazer da vida uma obra de arte. Porém, o melhor da vida é morrer fundido na obra. Assim, a morte será o reconhecimento da vida e a vida dá sentido à morte. Portanto, ser criativo é modificar o morrer em viver. Não nascemos prontos, por isso, a cada instante estamos nos modificando e nos modificamos para nos refazermos. Aliás, o reconhecimento humano se dá quando ele se reconhece nas obras de suas mãos. Transformar a morte em vida é a obra de arte mais genuína que o ser humano pode conceber. A angústia humana, muitas vezes, se encontra na inautenticidade da existência, ou seja, na insegurança do ser humano em ser sujeito de sua obra de vida, encarando a morte como se ela fosse o fim da existência. A angústia não é só o medo da morte, mas de vez em quando entramos em pânico diante da grandiosidade da vida.

 A morte não é a finalidade da vida. A vida não finda com a morte, mas se conclui com a morte para gerar mais vida. A fé na ressurreição é a notícia nova de que a vida venceu a morte e que, apesar da morte, a vida será sempre a última palavra e não a morte. Pensar na morte é revisar nossa existência no mundo para perceber se nossa a vida está sendo uma doce passagem pela história e se nosso viver não está sendo em vão. Celebrar os nossos entes queridos neste dia finados é confirmar que sua lembrança é um existencial para nós e que morrer não é esperar, mas esperançar. Ter esperança é preciso; desesperar, não! O túmulo não é a indicação do vazio, mas da esperança que não nos engana, porque toda semente plantada, que morre, gerará muitos frutos. Na morte da semente a vida da flor desabrocha, afirmando que a vida continua, apesar da morte. Assim, semente, flor e frutos se encontrarão na festa da árvore da vida, numa permanente caminhada para o Reino da luz.

 [1] Professor e diretor geral do Instituto Superior de Filosofia Berthier – IFIBE.

Morte

A morte parece menos terrível quando se está cansado.  [Simone de Beauvoir]





Estes dias tenho perdido pessoas que conhecia, para a morte. nada anormal, uma vez que  sabemos que o fim é sempre este. Mas confesso que fiquei muito pensativa e hoje, quando soube que a Jandira (carinhosamente chamada de Vó por todos que a conheciam) foi tirada abruptamente de sua vida, aumentou uns pensamentos que estava cultivando há alguns dias.

Mas vamos por partes, como diria Jack, O Estripador (isso é que é humor negro! Sorry). A definição de Morte no Moderno Dicionario Michaelis é: 
morte     
mor.te   
sf (lat morte)     
1. Ato ou fato de morrer. 
2. Fim da vida animal ou vegetal; termo da existência.

Estranho, não? Fica uma definição fria... Mas é assim que é, não??

Pra mim, se configurava como uma das etapas do ciclo da natureza. Meu contato 'real' se deu quando meu pai faleceu, poucos meses após a 'morte' de meu casamento. Foi terrível. Sufocante. Nunca tinha saindo um caixão de minha casa. Nesse período começei a leva-la a sério. A família se mobilizou pra comprar seu espaço no cemitério e fiz um plano funerário. Meio mórbido, sei disso, mas prático também. 
Pouco tempo depois, vem a óbito o Thiaguinho, filho de uma grande amiga, a Ana Lúcia. Nossa, o mundo desabou de novo. O guri tinha 18 anos, lindo, alegre, querido. Fiquei mais dura, passando pela morte de outras figuras de minha vida. Nesses ultimos 15 dias foram 03 mortes de pessoas ligadas a mim, por alguma coisa, uma colega de faculdade, de profissão, que faleceu covardemente queimada pelo marido. Um professor da UNEAL, com um ataque de coração fulminante, domingo ultimo e a Jandira hoje, que nao resistiu a cirurgia após atropelamento por moto.

Desde esses contatos venho me preocupando com sua posição na minha vida, e esses ultimos dias, essa preocupaçao ficou mais intensa. Trabalho muito fora, viajando de carro, na maioria das vezes, a noite. Tudo pode acontecer. Falei com Amanda, sobre ela cuidar dos irmaos em caso de algo acontecer comigo, ela não quis ouvir. Dou razão. Também achei meio Mórbido. Mas vou postar depois algumas coisinhas, providencias, pedidos pra o caso de algo acontecer. Se ninguem quer escultar, ao menos pode ser lido.
Por hoje vou finalizando... Triste. Com um nó na garganta...

Aqueles que passam por nós, não vão só, não nos deixam só. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós. [Antoine de Saint-Exupery]


terça-feira, 9 de agosto de 2011

Somos quem podemos ser!



Eu gosto de gente que se importa. Gente que sorri. Gente que sabe pedir desculpas. Que abraça nem que seja só com o olhar.