terça-feira, 23 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Por que Pensar na Morte?
Não quero ser na sua vida o início de um fim nem o fim de um começo, quero ser o início de um começo sem fim. [I do know who say]
Aqui estou usando o Parpite de José André da Costa [1]
Nascer, morrer e desenvolver é o ritmo bio-fisiológico dos seres vivos que demarcam sua existência no mundo. Morrer não é necessariamente um destino, porém viver é um dom. Assim, a morte não é uma saqueadora da existência nem a vida é uma provisoriedade da morte. Estar na vida é ter a morte como ausência-presente, e morrer pode ser uma sábia conclusão da vida. A vida carrega a morte potencialmente, mas da morte brota a vida atualmente. O desabrochar da vida é resultado de sínteses de muitas mortes, porque é morrendo que se garante a vida permanente. A semente lançada ao chão, que não morre, não desabrocha em flor e fruto. Flor e fruto são as vitórias da vida vencendo a morte. A verdade da árvore não está contida nela mesma, mas na semente como dom da árvore. Se a árvore não estivesse contida na semente, como potencialidade não seria possível sua atualidade de árvore. Essa é uma verdade genuína que vale para todo ser vivo. Morrer e viver é uma dialética da nossa existência. Ou no dizer de Júlio Cabrera: “o nascimento é o engano de pensar que a vida será possível com aquele que nasce, e o homicídio é o engano de pensar que a vida será possível sem aquele que morre.” Por que nós, seres humanos, fugimos ou vivemos escamoteando esta verdade? Por que o medo da morte? Será a morte um acontecimento fatal e radical? A morte tem sentido ou é um absurdo da existência? O empenho de uma vida substantiva significa encontrar as razões para o viver que é, na verdade, dar sentido ao morrer.
Pensar na morte e pensar a morte não significa, muitas vezes, viver a vida. A morte e a vida se implicam existencialmente. O imperativo ético da morte significa “exercitar” o morrer como um salto de qualidade de vida. Morrer não será o fim, mas será o começo de uma vida nova. Da morte da semente surge o broto novo que se desenvolve como a vida da morte. Nosso maior dilema é ter consciência de saber que viver dói, que morrer dói e que aprender dói. A morte pode ser um paradoxo, mas o morrer é um aprendizado. Para que se cresça é preciso que se morra, mas é vivendo que se encontra o sentido da morte. O sentido da morte não está ao alcance de nossas mãos, mas no horizonte da esperança. Morrer não é desesperançar, mas é esperançar. Encarando a morte nos olhos, encontraremos o sentido dela para subsumi-la na vida. A dor do morrer não significa a morte nem a dor da vida significa a morte. O morrer e o viver não são o perecer radical, mas pode ser o vir-a-ser de uma vitalidade nova. O medo da morte se vence encorajando a vida.
A morte não é um fato extrínseco à existência do seres humanos, como também de qualquer ser vivo, mas é algo intrínseco à vida. Assim, o sentido da vida está em viver a cada instante como um passo-para-morte, fazendo da existência uma autêntica apropriação de vida. Vive-se morrendo e morrendo é que se vive autenticamente. Fingir a morte ou querer antecipá-la, é uma atitude não justificável do ponto de vista ético-moral. A vida é um valor absoluto, não cabendo a escolha de querer relativizá-la por uma escolha caprichosa ou de medo existencial. A consciência do morrer nos põe em atividade constante. Ser criativo é fazer da vida uma obra de arte. Porém, o melhor da vida é morrer fundido na obra. Assim, a morte será o reconhecimento da vida e a vida dá sentido à morte. Portanto, ser criativo é modificar o morrer em viver. Não nascemos prontos, por isso, a cada instante estamos nos modificando e nos modificamos para nos refazermos. Aliás, o reconhecimento humano se dá quando ele se reconhece nas obras de suas mãos. Transformar a morte em vida é a obra de arte mais genuína que o ser humano pode conceber. A angústia humana, muitas vezes, se encontra na inautenticidade da existência, ou seja, na insegurança do ser humano em ser sujeito de sua obra de vida, encarando a morte como se ela fosse o fim da existência. A angústia não é só o medo da morte, mas de vez em quando entramos em pânico diante da grandiosidade da vida.
A morte não é a finalidade da vida. A vida não finda com a morte, mas se conclui com a morte para gerar mais vida. A fé na ressurreição é a notícia nova de que a vida venceu a morte e que, apesar da morte, a vida será sempre a última palavra e não a morte. Pensar na morte é revisar nossa existência no mundo para perceber se nossa a vida está sendo uma doce passagem pela história e se nosso viver não está sendo em vão. Celebrar os nossos entes queridos neste dia finados é confirmar que sua lembrança é um existencial para nós e que morrer não é esperar, mas esperançar. Ter esperança é preciso; desesperar, não! O túmulo não é a indicação do vazio, mas da esperança que não nos engana, porque toda semente plantada, que morre, gerará muitos frutos. Na morte da semente a vida da flor desabrocha, afirmando que a vida continua, apesar da morte. Assim, semente, flor e frutos se encontrarão na festa da árvore da vida, numa permanente caminhada para o Reino da luz.
[1] Professor e diretor geral do Instituto Superior de Filosofia Berthier – IFIBE.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Somos quem podemos ser!
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Eu gosto de gente que se importa. Gente que sorri. Gente que sabe pedir desculpas. Que abraça nem que seja só com o olhar.
segunda-feira, 30 de maio de 2011
O medo

O nosso maior medo não é que sejamos inadequados. O nosso maior medo é que sejamos poderosos além da conta. É a nossa luz, não a nossa escuridão, o que mais nos assusta. Os atos insignificantes não servem para mundo. Não há nada esclarecido em se encolher para que os outros à nossa volta não se sintam inseguros. Todos nascemos para brilhar, como fazem as crianças. Não esta só em alguns de nós, está em todos nós. E a medida que deixamos a nossa luz brilhar, inconscientemente, damos permissão para os outros fazerem o mesmo. quando nos libertamos de nossos medos, nossa presença automaticamente liberta os outros.
terça-feira, 19 de abril de 2011
Conhecimento
sexta-feira, 25 de junho de 2010
About me
quinta-feira, 24 de junho de 2010
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Plantar x Colher
terça-feira, 27 de abril de 2010
Dia difícil!
"Permita que eu escute a mim e não aos outros..."
Entenda-me
Quero alguém que tenha gostos parecidos com os meus porque não acredito nessa história de que opostos se atraem, isso só dá certo na física mesmo
Quero alguém para perguntar como foi meu dia, para me trazer um remédio quando minha cabeça estiver doendo e me fazer uma massagem quando estiver cansada, mesmo que seus gestos sejam desajeitados
Quero alguém que fale que estou bonita quando minha alto-estima estiver no chão e seja sincero quando eu precisar ouvir a verdade
Quero alguém que pense em mim a todo tempo, mas que não me conte sempre
Quero alguém que me deixe senti saudade, que não me prenda
Quero alguém que me faça rir por besteira e chorar de emoção
Quero alguém que me compre um chocolate quando eu menos esperar
Quero alguém que me entenda ou pelo menos tente
Quero alguém que me passe confiança, algo que para mim é fundamental
Quero alguém que enxergue em mim uma grande mulher, mas me proteja quando eu me sentir frágil e ameaçada
Quero além de um confidente, um amante
Quero alguém que me faça ser melhor do que sou
Não quero um concorrente, quero alguém que ande do meu lado, não à frente e nem atrás para ser pisado
Quero alguém que goste de aventuras para fazer coisas sem planejar
Quero alguém que me faça sair da rotina
Quero alguém que seja simples assim como eu e aprecie as coisas pequenas, os detalhes...
Quero alguém que me AME mesmo que não me compre um anel de brilhantes ou não me mande flores todos os dias
Mesmo que não saiba escrever um lindo poema
Mesmo que tenha vergonha de falar em público
Mesmo que tenha problemas...
Quero alguém que me ame, mesmo que seja desprovido de beleza física
Mesmo que use suspensório ou calças pretas com meias brancas
Mesmo que fale de boca cheia
Mesmo que seja simples, mas que seja sincero
Quero alguém que me ame sem esperar algo em troca, ame pelo simples gesto de amar e desejar o bem à pessoa amada
Quero alguém que me ame!
Muitos homens dizem que as mulheres sonham com parceiros perfeitos, príncipes encantados e coisa e tal. Que acreditamos em contos de fadas e que quando encontramos um homem que faz tudo o que queremos, o trocamos pelo cafajeste que nos esnobou.
Mas, não é bem assim, os homens devem entender que a mulher quer ser agradada e não comprada. Quer ser valorizada e não apenas elogiada. A mulher é preocupada e não estressada como muitos homens folgados rotulam. Somos fortes e não pretensiosas. Nós mulheres não somos exigentes, apreciamos o simples.
Portanto, homens: quando pensarem em conquistar o coração de uma mulher, sejam simples, honestos e observadores e verão que não é tão difícil assim entender uma mulher e tentar fazê-la feliz.











